Vijayesh Lal, secretário
geral da Comunidade Evangélica da Índia, explicou em uma entrevista o que se
segue... Sob a chamada lei de “liberdade religiosa”, é “habitual ver pastores e
evangelistas detidos e acusados, mas agora até mesmo as mulheres e as crianças
são presas e acusadas da mesma maneira”. É “muito doloroso” ver que nenhum
partido político da Índia põe a liberdade religiosa como uma verdadeira
prioridade.
Nestes momentos, a ideologia
“Hindutva” é uma das causas de marginalização dos cristãos. O movimento
nacionalista une a identidade nacional à religião hinduísta, usando “princípios
fascistas”. Para ele, “a comunidade cristã é um alvo fácil, porque normalmente
não costuma retaliar, daí vem a violência sobre eles.” Só em janeiro de 2017 “houve
18 incidentes verificados de violência contra cristãos na Índia.”
Contudo, existem três estados
como Nagaland, Mizorán e Megalaya, onde não existe tal perseguição. Os cristãos
ali têm maior liberdade que em outros estados. Talvez as leis não amparem e
configuram-se em simples promessas, mas a fé não tem minguado. Eles continuam
pregando a Palavra de Deus e muitos tem sido convertidos, ao ver as maravilhas
de Deus.
Igrejas têm-se formado e
ainda que não haja lugares para culto, as cavernas são adequadas para eles. O
crescimento é tanto numérico como em maturidade. Organiza-se tanto reuniões
mensais como anuais de oração, e também se encoraja à oração para que se acabe
com esta cultura de ódio e para que seja promovida a liberdade religiosa para
todos na Índia.
Fonte: Protestante Digital

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